236 corridas analisadas, 2015–2026
Quais circuitos da F1 são mais difíceis de ultrapassar? Onde a posição na classificação trava o resultado e onde a corrida vira o jogo? Agregamos cada Grande Prêmio do nosso cache para calcular três sinais: taxa de pole-vitória (com que frequência o pole-position converte), taxa de DNF (com que frequência um piloto que larga não termina) e mudança média de posição entre o grid e a chegada (o sinal prático de ultrapassagem).
Ordenado por taxa de pole-vitória (maior primeiro). Pole-vitória alta + mudança de posição baixa = difícil de ultrapassar.